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Lucas Antunes. Tecnologia do Blogger.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Justiça de tolos
Ela não aguentava mais... O tratamento que devia ser destinado somente à pior das bestas, o caldeirão de enxofre fervente criou cicatrizes não visíveis em sua alma, sua audácia tornou cinzas, pela vontade de homens de Deus, líder do povo Francês em tempo de guerrilha, como bruxa na fogueira condenada.
Ele
não aguentava mais... A punição por sua sabedoria, o conhecimento foi uma bênção aos
amaldiçoados, traído por invejosos, acusado de corromper jovens, contra o
conhecimento dos deuses, crueldade pioneira a recém inaugurada democracia, uma maneira
tão covarde de tirar a vida de um homem, que fez até Hades se chocar.
Ele
não aguentava mais... Ser condenado por uma sociedade tão frágil, frequentemente
chocava valores da sua época, seu romance “impróprio”, delatado pelo nobre pai
do seu conjugue, jogou o Dramaturgo atrás das grades, em péssimas condições
e com trabalho forçado a sua poesia resistiu, criou o mais belo ser, como o demônio
dominado pela avareza.
Não
aguentamos mais... Ladrões mais gloriosos do que outros, essa cultura hipócrita,
onde tenta nos vender que marginalidade não gera marginalidade, o dinheiro
público desviado dentro de suas vestimentas, não camufla com o odor natural de sua pele, onde é mais fácil condenar um pai desesperado pelo pão de sua cria, de
quem desvia valores exuberantes por pura ganância, concessões a qual não lhe
pertences, foram garantidas, proteção em todas as esferas, além de fóruns privilegiados.
Eu
não aguento mais... Essa ideia de um Deus punitivo, onde ninguém tem culpa pelos seus atos, e crer que toda catástrofe na vida de uma pessoa seja por que ela mereceu, ou porque Deus
quis que acontece desta maneira, adversidades e desafios fazem parte da vida humana no meio social uma
vez que você se permita viver, estará disposto a diversas situações, não há justificativa para que a lei dos homens se equivale a lei de
Deus.
sábado, 12 de outubro de 2013
Nos meus sonhos, na minha realidade, (nas nuvens)
Nos meus sonhos... Estive a voar pelo longo e solitário céu, o mesmo céu da lua
prateada, que por vezes atende pedidos verdadeiros, que ilumina os jovens
casais noturnos, eles estando apaixonados ou não. Das estrelas que viajam sem
rumo, rasgando a imensidão escura.
Nos meus sonhos, deito acima das nuvens, é
confortável, mais me deparo sobrevoando abaixo de toda essa tempestade, tremo
diante o barulho do trovão, com medo ainda a tremer, olhando as tristes nuvens
que deixa o dia cada vez mais cinza, e desaba rios sobre mim, como fosse suas
lagrimas que estão brutalmente a desabar.
Nos
meus sonhos entrei em uma das nuvens, que ofusco minha visão e alterou meu
destino, então consegui me liberta, me deparando com pássaros negros, que
cantam no morrer da noite, mensageiros entre a vida e a morte, eles me
mostraram o seu segredo.
Nos meus sonhos, eu desabei mais rápido do
que poderia notar, estou rumo ao horizonte perdido, mais ao sul do que você
poderá enxerga, sem destino, somente na esperança que o forte vento me levar
para casa, me leve para longe daqui, nisso perdi o rumo, estou na direção do
abraço apertado com a solidão, para um mundo frio sem paixão, ando em voltas
congelando lentamente, tenho meu corpo anulado.
Na minha realidade... Acordo com a
última gota da goteira a cair sobre o meu rosto, olho para o lado e vejo a
minha cama inundada, me levanto, abro a cortina, me deparo com um terrível temporal,
percebo minha realidade esta aproximando dos meus sonhos, então um raio viola-se
contra o chão, fico espantado com sua claridade, rasgando o escuro céu, das
cinzentas nuvens, ainda sonolento vou e lavo o meu rosto, e novamente me deito,
sem muito para me conforma.
Sinto-me
sozinho novamente, e distante de todos e de tudo, em um mundo frio, talvez mais
frio que dos meus sonhos, onde talvez nem eu seja o único capaz de amar, uma
forte ventania se aproxima e eu torço para que me leve para meu porto seguro.
domingo, 1 de setembro de 2013
E se...
E se... Eu parasse para observasse
os desenvolvimentos das flores, os nascimentos das pétalas, com a paciência de
quem nunca tem pressa, sem a correria ocasionada pela pressa do mundo moderno,
sem as obrigações e o tempo livre de uma criança?
E se... Eu lesse as palavras de um jovem escritor, na idealização de sua amada,
pudesse captar toda sua dor, pelo que é platônico..Eu me perder, em cada
estrofe, e não me encontrar?
E se... Você acreditar de maneira cega nas que palavras, no que elas significam
se afogar na minha essência, se ferir na minha maldição?
E se... O compositor não achar mais a melodia certa para torna
E se... Você estivesse do meu
lado? Dedilhando o violão, cantando simples melodias para que eu calmamente
repouse?
E se... Você ver a pessoa amada, descansar para sempre, e lentamente o corpo
dela esvanecer?
E se... As palavras perderam o
significado, só restar desentendimento, os conflitos de hoje se tornarem
pequenos, comparado que poderia estar por vim.
E se... O primeiro abraço torna-se
o último, as emoções se corromperem, e tudo se perde
E se perdemos a chance de começarmos tudo de novo, de
nos recriamos, continuarmos caídos, qual séria sua ação, ao tentar curar o seu
coração partido?
E se... Eu lesse as palavras de um jovem escritor, na idealização de sua amada, pudesse captar toda sua dor, pelo que é platônico..Eu me perder, em cada estrofe, e não me encontrar?
E se... Você acreditar de maneira cega nas que palavras, no que elas significam se afogar na minha essência, se ferir na minha maldição?
E se... O compositor não achar mais a melodia certa para torna
E se... Você ver a pessoa amada, descansar para sempre, e lentamente o corpo dela esvanecer?
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quarta-feira, 24 de julho de 2013
O último romântico
Eis
um garoto que passa seu tempo sozinho que aprendeu no silêncio da solidão,
admirar a direção que vento soprar, tocando em seu cabelo de forma tão gentil,
em dias tão solitários ele abre os seus olhos, castanhos claro como o mel e
calmamente olha tudo em sua volta, e tenta buscar uma única razão para sorrir,
triste garoto que vê tudo pela janela, para o mais belo campo e desvia seu
olhar atentamente para o céu, e não consegue ver o deslumbre do simples ao
mesmo tempo complexo céu, de beleza única, tanto do dia ou como da noite, o céu
do sol que aquece e da lua que encanta banhando a noite deixando o amor um tom
mais prata, que faz o poeta sonhar, e o homem nela querer pisar, mais para
aqueles que sofrem por amor seu mundo recusa a realçar tons que não sejam escuros,
sonhando com o mundo feito por cores primas, não importa para onde ele olhe não
pode presenciar a beleza de um arco-íris, ele é um sonhador com tantos sonhos
tão simples, buscando o seu tão sonhado pote de ouro do outro lado, tão
distante, é uma busca eterna por amor, nenhum canto em volta aos sete mares
parece confortante, ele só vê o outro lado do prisma onde há ausência da luz,
ele só vê o vazio, a solidão onde é condicionado a viver, teme aceitar a mesma
como uma velha amiga, em tantas noites de frustração ele se afoga na sua
própria mente e o choro desperta, as lagrimas simplesmente vem sem convite
prévio, escorrem até molhar o velho tapete judiado pelo tempo, os anos se
passam e ele esta deixando de ser um garoto assim como o tapete, o tempo também
esta judiando dele, e ele esta se cansando, no meio do cansaço foge da
realidade, com pensamentos sobre sua infância, como a vida era antes de
conhecer o sofrimento, de seu coração bater sem doer, de não conhecer o pânico de
agonizar pelo chão, de ser um livro aberto, de se jogar de cabeça em cada
relação, de amar em demasiado, de seus sentimentos, cansado de ser tão vulneral,
tão sensível, os ensinamentos aprendidos em seu momento de fraqueza, uma vez
disseram que garotos não choram, então a partir desse momento ele percebeu que
não chorava mais como um garoto, mais sim como um homem, pois era uma nova
situação, que um garoto não conseguiria conviver, não importa a dor e tristeza que suporta em seu coração, não
importa quantas vezes seu coração foi partido, somos o que podemos ser e isso
faz ele ser quem é? Oculto na fumaça de seu cigarro, exposto na bebedeira no
meio da noite, em suas vestes escuras, vivendo por amores nostálgicos,
idealizados e platônicos, querendo sempre mudar o seu jeito, sua rotina, mais de
certa forma ele é exatamente o que queria ser, somente não reconheceu eterna reciprocidade,
mais às vezes ele consegue sorrir por ser nada mais e nada menos do que realmente
é, sendo um pouco de mim e um pouco de você, que ainda insiste em viver por amor,
mesmo que se sente único, em compreender sentimentos tão incomuns para tantas
pessoas, um simples apaixonado, sem ter o que amar, e abraçando tudo como uma
nova saída ao mesmo tempo, idealizando um mundo onde todas as pessoas vivem por
amor e onde a dor se torne raridade.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
O Ancião
Perdido em seus dias, sem percepção exata do passado, nostálgico,
sem destino, com bastardas glórias, seu olhar é baixo e cansado, envolto de
trapos velhos e imundos, confuso e indiferente com atuais valores sociais, ele
está sozinho, sexta geração de uma família horrivelmente miserável.
O rigoroso inverno se aproxima, sem agasalhos apropriados, ele
se apega ao seu crucifixo, e vive por intermédio de orações, entre o frio e o
desespero, a fome presente de quem vive sem abrigo, um antigo herói de guerra,
um eterno desertor do amor, feridas abertas na ponta da lança do inimigo,
feridas abertas por desilusões amorosas, abandonado pela família, sozinho
ferido ele chora e treme.
Viajando sozinho, antigamente viajava organizando a linha de
frente de legiões, seu caminho sempre foi cansativo, sua trouxa com seus poucos
pertences, pesam as sua danificada costa, ele perdeu a batalha para o inimigo intimo,
que atacou com tochas na mão, há quem um dia foi acolhido em seu lar, de boa
vontade, inimigo que levou sua dignidade, e sua identificação, sua renumeração e
seus pertences.
Sem a benção amaldiçoada do velho jovem, conhecido como
Dorian Gray, das obras do Oscar Wilde, essa é a vida real, por algumas vezes
mais melancólica do que a ficção, sua idade pesa, seu prazo de validade esta se
esgotando, seu corpo é um emaranhado de tripas e cicatrizes, vulnerável, e seu
único arrependimento não ter se jogado de cabeça no amor enquanto teve chance,
hoje se jogaria em um buraco negro caso o amor fosse a ele oferecido.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Relacionamentos
Ela foi um sonho frio com sentimentos pegando fogo, eu fui como
o calor, sufocando o ar com um temperamento seco, fui como os dias de invernos,
fazendo você se retirarem para longe dos meus braços, somos como as brisas de
verão dançantes, em volta das árvores, de baixo do carvalho, encima do branco
lenço estirado ao chão, nos galhos cercados de sua folha, quando batia a
luminosidade do sol, da copa do carvalho, nascia à sombra, que evitava a minha
visão ficar borrada e opaca, causada pela luz da grande estrela que ilumina os
dias de verão, você foi como a água sem movimento, tão calma e serena que
trouxe paz ao meu ser, eu fui o vinho tinto envenenado, clássico e agitado, que
aos poucos matou você de uma vida sem amor, como a história bíblica fui o lado
da maça que leva um mundo pervertido, e a sua metade de um mundo inocente e
puro a ser preservado, fomos o vento subordinado do inverno, a brisa fria que
balança o balanço amarrado na sombra, de fabricação manual para uma doce
criança, fomos o frio o calor, o sentimento um do outro, e você me salvou de
viver congelado do mundo afora, com cada abraço fomos o calor, mais isso foi um
relacionamento e sempre deixa marcas um no outro, de uma vida que é vista
posteriormente de dias sem amor, e só sobra farpas cegas de palavras malditas
que arranha nossos corações.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Novamente
Eu venho
escrevendo
Eu venho escrevendo por noites,
Noites após noites
Esperando a letra certa
As folhas jogadas no chão
Só me dá uma profunda irritação
Com cigarros na mão
Sem qualquer tipo de pressa
Venho escrevendo o que nunca tive coragem de contar
Tentando aprender qualquer nota num violão
Para tocar o que eu tento escrever,
Mais acaba sendo inútil
Tão inútil...
Enquanto os cigarros me ferem aos poucos por dentro,
Eu tenho tido apenas um único pensamento
Mais você está tão longe
Para eu lhe dizer,
Tudo o que eu penso,
Querida eu tenho sonhado acordado
Sonhando somente com o meu destino
Espero que ele me deixe perto de você
Novamente...
Eu estou aqui pensando em você querida,
Enquanto penso,
Eu entro em um profundo e eterno pranto
Venho percebendo que a vida é uma eterna rosa
Linda no começo
Os dias passam até que ela murcha
E seus espinhos elas me ferem
Novamente...
Eu estou aqui
Escrevendo ferido
E esperando que você venha,
Buscar-me novamente,
E que dessa vez me segure para sempre
Para sempre...
E venha me buscar novamente,
Enquanto isso fica na minha memoria
Quando você dormia em meus braços,
Tranquilamente.
E eu jurava te amar para sempre
Para sempre...
Venha me buscar,
Para te dar amor novamente
Novamente...
Eu venho escrevendo por noites,
Noites após noites
Esperando a letra certa
As folhas jogadas no chão
Só me dá uma profunda irritação
Com cigarros na mão
Sem qualquer tipo de pressa
Venho escrevendo o que nunca tive coragem de contar
Tentando aprender qualquer nota num violão
Para tocar o que eu tento escrever,
Mais acaba sendo inútil
Tão inútil...
Enquanto os cigarros me ferem aos poucos por dentro,
Eu tenho tido apenas um único pensamento
Mais você está tão longe
Para eu lhe dizer,
Tudo o que eu penso,
Querida eu tenho sonhado acordado
Sonhando somente com o meu destino
Espero que ele me deixe perto de você
Novamente...
Eu estou aqui pensando em você querida,
Enquanto penso,
Eu entro em um profundo e eterno pranto
Venho percebendo que a vida é uma eterna rosa
Linda no começo
Os dias passam até que ela murcha
E seus espinhos elas me ferem
Novamente...
Eu estou aqui
Escrevendo ferido
E esperando que você venha,
Buscar-me novamente,
E que dessa vez me segure para sempre
Para sempre...
E venha me buscar novamente,
Enquanto isso fica na minha memoria
Quando você dormia em meus braços,
Tranquilamente.
E eu jurava te amar para sempre
Para sempre...
Venha me buscar,
Para te dar amor novamente
Novamente...
sábado, 17 de dezembro de 2011
Meus medos e minhas afeições
A medida que se passa a vida
Crio novos medos
Novas afeições
E de uma forma,
Quero prova-los
Do meu medo
Ele torna a minha própria afeição
E outros medos
É o meu pesadelo atual
Entre os meus medos estão
Eu tenho medo de me intender
Tenho medo da verdade
De meu comportamento
Tenho medo do que já se foi
E de que ainda está por vim
Tenho medo da morte
Tenho medo de viver
Tenho medo da solidão
Desse comportamento melancólico
Que expresso a cada dia
Tenho medo de ser usado
Medo das pessoas
Medo de me magoar
De as pessoas saberem
Dos meus segredos,
Mais profundos
De demonstra os meus sentimentos
Medo de viver sem ser amado
E o meu maior medo
Que é a loucura
A ideia de viver
Uma vida de alucinações
Não me agrada.
O medo está aqui para ser contraditório
A cada dia descubro que eu tenho
Uma afeição por ele
E o medo pode ser tudo que mais preso,
Venero e busco
Outros é a minha vida atual
Convivo com a minha ideia medo
Sinto ele a flor da pele
Outros medos são os segredos
Mais intenções.
Ai está apresentado
Em cada linha,
Cada um dos meus maiores medos
Crio novos medos
Novas afeições
E de uma forma,
Quero prova-los
Do meu medo
Ele torna a minha própria afeição
E outros medos
A medida que passa a vida
Crio novos medos
Novas afeições
E de uma forma,
Quero prova-los
Dos meus medos
Tornando a minha própria afeição
Enquanto outros medos
É o meu pesadelo atual
Entre os meus medos estão
A auto compreensão
Tenho medo da verdade
De meu comportamento
Tenho medo do que já se foi
E de que ainda está por vim
Tenho medo da morte
Tenho medo de viver
Tenho medo da solidão
Desse comportamento melancólico
Que expresso a cada dia
Tenho medo de ser usado
Medo das pessoas
Medo de me magoar
De as pessoas saberem
Dos meus segredos,
Mais profundos
De demonstrar os meus sentimentos
Medo de viver sem ser amado
E o meu maior medo
Me perde na minha mente
E ninguém poder vir me resgatar
Inclusive você.
Entre os meus medos estão
Eu tenho medo de me intender
Tenho medo da verdade
De meu comportamento
Tenho medo do que já se foi
E de que ainda está por vim
Tenho medo da morte
Tenho medo de viver
Tenho medo da solidão
Desse comportamento melancólico
Que expresso a cada dia
Tenho medo de ser usado
Medo das pessoas
Medo de me magoar
De as pessoas saberem
Dos meus segredos,
Mais profundos
De demonstra os meus sentimentos
Medo de viver sem ser amado
E o meu maior medo
Que é a loucura
A ideia de viver
Uma vida de alucinações
Não me agrada.
O medo está aqui para ser contraditório
A cada dia descubro que eu tenho
Uma afeição por ele
E o medo pode ser tudo que mais preso,
Venero e busco
Outros é a minha vida atual
Convivo com a minha ideia medo
Sinto ele a flor da pele
Outros medos são os segredos
Mais intenções.
Ai está apresentado
Em cada linha,
Cada um dos meus maiores medos
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